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ARTIGO
O amadorismo não tem espaço no movimento sindical
 
Artigo de Daniel Lucas Oliveira - Responsável pela Agência de Comunicação Grita São Paulo - AGSP, jornalista e amante da política partidária e sindical. Um eterno sonhador!
 
Há seis anos, a Agência de Comunicação Grita São Paulo presta relevantes serviços para o movimento sindical. Produções como faixas, bandeiras, camisetas, adesivos, praguinhas, jornais, vídeos, planejamento político de campanhas eleitorais, releases, ações sociais e de base são corriqueiros em nosso dia a dia. Para tudo isso exige tempo, profissionais preparados e especialistas no segmento sindical, o que não é fácil.

Mesmo com os erros, até porque somos humanos, nossa Agência procura evitá-los ao máximo. A produção de conteúdo jornalístico é traiçoeira, porque todos os dias temos que estar bem, escrever bem, ter ações rápidas e jamais perder a agilidade. Sem contar quando temos que cancelar compromissos particulares para socorrer um companheiro perseguido pelas administrações municipais ou por péssimos patrões. Resumindo: é mais que um trabalho. É um compromisso assumido com presidentes de entidades que chegam ao comprometimento com os trabalhadores na base e, consequentemente, com a família de cada um deles.

Porém, assim como todo o segmento, o amadorismo no meio sindical é presente, o que não significa que ele tem espaço. Dão espaço para ele. O amadorismo não é apenas nas questões de comunicação, mas no pensamento político, preparação de um corpo jurídico engajado e dirigentes preparados para exercerem um trabalho estratégico no combate de injustiças, focados em inovar todas as áreas. Mas esbarramos na própria renovação do movimento porque temos sindicalistas antigos, fechados para o conhecimento e vaidosos.

Mas tudo tem solução, calma. E sem dúvida o assessor sindical tem um papel fundamental nessa transformação, porque ele trará o profissionalismo para a entidade sindical ao propor uma comunicação mais eficiente, um jurídico atuante e cursos de formação para as atuais e futuras lideranças sindicais. Ao preencher esse espaço, limitamos o amadorismo nas entidades sindicais, que precisam de cabeças pensantes em toda situação, pessoas do bem que visam o bem-estar e o progresso do trabalhador brasileiro.

Portanto, presidentes de entidades sindicais, busquem apoio. Não queiram ser o jornalista, o advogado, o assessor técnico, o dirigente de base e a recepcionista. Profissionalize a entidade sindical. Seja uma liderança, um verdadeiro garimpeiro com visão para estar com os melhores ao seu lado. Evoluímos com pessoas melhores de que nós em nosso cotidiano. É momento de deixar a vaidade de lado, se vestir de humildade porque assim posso garantir que você será o melhor presidente que a entidade já teve.

O amadorismo não terá espaço no movimento sindical somente quando fecharmos as portas do relaxo para ele. Essa é a forma de se abster ao máximo dos erros infantis. Inove, crie e olhe para a frente!!!

 
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